O vereador Álvaro Pires (PMN), junto com o presidente da MOB,Gilberto Lins Neto.

O vereador Álvaro Pires (PMN), esteve em reunião no começo da tarde desta quarta-feira (8), com o presidente da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos – MOB, Gilberto Lins Neto, para recorrer até o governador Carlos Brandão (PSB), na medida de evitar a paralisação do Sistema de Transporte Coletivo semiurbano, que presta serviços à Ilha do Maranhão.

 

Na visão do vereador Álvaro Pires, uma vez que o transporte coletivo semiurbano não paralise as suas atividades, o impacto na economia e usuários pode ser diminuído. Além disso, o governador Carlos Brandão já anunciou que o Sistema de Transporte de sua competência será gratuito durante o período carnavalesco, para aquecer ainda mais o comércio da região metropolitana de São Luís.

 

“Vim até à MOB, interceder ao presidente Gilberto Lins, para que possamos unir esforços junto ao governador Carlos Brandão, para que seja evitada a paralisação do sistema de transporte semiurbano, porque entendo do sistema e sei que se pelo menos tivermos os ônibus metropolitanos rodando, já diminui e muito o problema do trabalhador, dos estudantes, usuários em geral e do próprio comércio da nossa região. Além disso, o governador Brandão já anunciou que o transporte será gratuito durante o período do Carnaval”, disse o vereador Álvaro Pires.

 

O presidente da MOB, Gilberto Lins, informou que vai interceder junto ao governador Carlos Brandão, junto aos empresários do sistema e também com a classe trabalhadora dos rodoviários, para atender a solicitação do vereador Álvaro Pires.

 

Em tempo: pelo visto o sistema urbano deve paralisar mesmo as atividades, a partir da 00 hora da próxima terça-feira (14);

 

E mais: conhecedor do sistema de transporte coletivo, na qual foi Relator da CPI, o vereador entende que não há um entendimento em curto prazo, entre a Prefeitura de São Luís e Consórcios;

 

Pra fechar: os trabalhadores rodoviários pedem aumento salarial de 15%, ticket alimentação de R$ 900,00 e retorno dos trabalhadores cobradores nas catracas dos ônibus.